A
cada 15 segundos uma mulher é agredida no Brasil.
Segundo
pesquisa da OMS (Organização Mundial de Saúde)
publicada em 2005, 23% das mulheres entrevistas na Grande São
Paulo afirmam ter sido influenciadas pela violência contra a mulher,
direta ou indiretamente, pelo menos uma vez durante suas vidas.
Segundo
a Sociedade Mundial de Vitimologia (IVW, ligada ao governo da Holanda
e à ONU), que pesquisou a violência doméstica com
138 mil mulheres, de 54 países, o Brasil é o país
que mais sofre com a violência doméstica: 23% das mulheres
brasileiras estão sujeitas a este tipo de violência.
Pelo
menos uma em cada três mulheres ao redor do mundo sofre algum
tipo de violência durante sua vida, de acordo com estimativa da
Anistia Internacional.
De
acordo com o Conselho da Europa (integrante do sistema europeu de proteção
aos direitos humanos), a violência doméstica é a
principal causa de morte e deficiência entre mulheres de 16 a
44 anos de idade e mata mais do que câncer e acidentes de tráfego.
Nos
Estados Unidos, as mulheres representaram 85% das vítimas de
violência doméstica em 1999, segundo dados da Organização
das Nações Unidas (ONU).
Um
levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS)
apontou que cerca de 70% das vítimas de assassinato do sexo feminino
foram mortas por seus maridos..
A
Anistia Internacional afirma que esses números representam apenas
"a ponta do iceberg" já que a violência contra
a mulher geralmente não é reportada, pois as vítimas
se sentem envergonhadas ou sentem medo.
Fenômeno
universal que atinge indistintamente mulheres de todas as classes sociais,
etnias, religiões e culturas.
Produz
conseqüências emocionais devastadoras, muitas vezes irreparáveis,
e impactos graves sobre a saúde sexual e reprodutiva da mulher.
Entre
25% e 50% das sobreviventes são infectadas por DST. A cada 4
minutos, uma mulher é agredida em seu próprio lar por
uma pessoa com quem mantém relação de afeto.
70%
dos incidentes acontecem dentro de casa, sendo que o agressor é
o próprio marido ou companheiro.
Mais
de 40% das violências resultam em lesões corporais graves
decorrentes de socos, tapas, chutes, amarramentos, queimaduras, espancamentos
e estrangulamentos.
Fontes: www.ipas.org.br
/ www.violenciamulher.org.br